domingo, 6 de agosto de 2023

Os percalços do Sci-Fi

Sempre gostei de ficção científica. Sou um tanto específica quanto ao tipo de conteúdo que consumo, mas gosto do tema, gosto de tramas futuristas, de distopias, dessas coisas, mas sempre achei bastante difícil escrever.

Esses dias mesmo tava pensando, depois de assistir Interestellar e dois episódios de Black Mirror, em como é diferente retratar avanços tecnológicos ou o futuro distante em livros e em filmes/séries. Porque uma coisa é fazer o espectador assistir um cenário, outra é descrever com palavras e dar nomes às coisas.

É difícil. Eu tentei mês passado, e nos mês antes dele.

Aí fica o questionamento, né? Que que é preciso pra poder escrever uma ficção científica legal? Qual o nível de conhecimento que é preciso ter pra escrever, por exemplo, um bunker futurista com inteligência artificial, ou uma base montada em Marte?

Hoje em dia existem tantos fiscais de livro que dá um pouco de medo. O quanto é suficiente descrever? O quanto precisa ser verossímil com a realidade? Quer dizer, até em Interestellar tem gente que fala que uma ou outra coisa não casa com fatos científicos. Mas realmente precisa casar? É um filme. É ficção. Cadê a licença poética nessas horas? Tudo precisa de uma explicação pra ser apreciado?

Saco. Espero conseguir escrever em breve as tramas de ficção científica da minha lista. Acho que ambas tem um potencial legal.

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